20.11.09

A sucessão de 2010, o apagão e as promessas do Aécio em JF.

É impressionante como já começaram a troca de "elogios" entre os partidos e os possíveis candidatos a presidencia para 2010.

Esta semana de 5 em 5 minutos passava uma propaganda na TV do PSDB que criticava o apagão e a ministra Dilma.

Ora, não estou aqui querendo defender ninguém, mas nem os menos esclarecidos cidadãos brasileiros serão manipulados com este besteirol. Todos sabemos que falhas podem ocorrer a qualquer momento e com todos, mas qualquer que seja o deslize para os partidários já ha uma chance de criticar. Será que a pessoa da ministra é responsável pelo apagão, teria ela o conhecimento técnico e a onipresença suficiente para controlar todo o sistema elétrico brasileiro além de tratar das questões burocráticas?

Parece até brincadeira, mas o apelo é muito grande e em breve começará a sujeira política ainda mais descarada.

Outro fato que chama a atenção são as visitas e promessas dos possíveis candidatos a cidades que durante anos ficaram esquecidas.

Juiz de Fora esta semana recebeu a visita do governador Aécio Neves que durante 7 anos de governo abandonou a cidade e fez com que muitos postos de emprego fossem transferidos para o RJ ou fechassem já que a carga tributária em MG é enorme, com sua hostil política tributária que a cada dia aumenta a tributação sobre os ítens muitas empresas empresas de porte pequeno e médio (maiores empregadoras) não resistiram. Na época em que eu trabalhei em uma empresa as reformas eram constantes assim como a forma de calcular os tributos que oneravam cada vez mais as empresas.

Esta semana veio propor uma "guerra fiscal" com o RJ para trazer empregos, mas esses incentivos com certeza serão para grandes empresas bastante automatizadas que usurpam de nosso potencial econômico e não para as empresas menores que realmente geram emprego e renda para a região. Falsas promessas que se acontecerem não vão mudar em nada o panorama regional.

O que precisamos é de medidas preventivas e planejamento adequado, além de uma grande reforma tributária a fim de manter um padrão econômico para a região e a cidade que no passado já recebeu o título de Manchester Mineira, estas promessas eleitoreiras e medidas paleativas não ajudam em quase nada, depois as autoridades ficam se perguntando o porque da migração de vários juizforanos para cidades interioranas do RJ onde conseguem bons empregos e melhores salários.

É bem mais eficaz trabalhar preventivamente do que remediar um estado de décadas de estagnação econômica. Ao passar as eleições tudo é esquecido e a pouca memória do povo brasileiro novamente elege os lobos responsáveis por devorar nosso país.

Luciano Costa

Pérolas - parte 2

Aluno: - Professor, onde fica a Inglaterra?
O professor mostra no globo para o aluno.
Aluno: Ó, pensei que a Inglaterra fosse outro planeta!

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Qual a importância do sol ara manutenção da vida no planeta Terra?
Respostas:
- Para secar as roupas no varal.
- Para dar um calor em nós.
- Para irmos na piscina no fim de semana.

19.11.09

Dia Nacional da Consciência Negra


Zumbi dos Palmares, o maior ícone da resistência negra ao escravismo no Brasil.



Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.

O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras.

Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares.

Alguns anos após a sua fundação, o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.

O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.

Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.

Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.

Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.

Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.

“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.

A intensa busca pela espiritualidade e a "espiritualidade" de nossos dias.

A palavra religião, de acordo com os linguistas, vem, provavelmente, do vocábulo latino religare que quer dizer "voltar", "retornar ao que existiu anteriormente", "retomar um elo perdido".

O ser humano carrega, desde os primeiros momentos da sua história, essa vontade de "retomar um elo perdido", de responder perguntas que o angustiam, como: "De onde viemos e para onde vamos?", "Qual o sentido da vida?"

As religiões trazem, ainda que de muitas vezes de forma mitológica uma resposta que traz conforto para muitos já que o ser humano busca trilhar um caminho pré traçado e as ordens culturais pré existentes, isso traz comodidade e conforto.

Nas últimas décadas temos percebido maior agitação, busca mais frenética, preocupação cada vez mais crescente com a espiritualidade.

O aparecimento de diversas seitas e grupos religiosos, bem como a invasão de sistemas filosóficos orientais vem demonstrar o quanto o ocidente tem buscado a chamada espiritualidade.

Por outro lado, percebemos, cada vez mais, as crenças e religiões envolvidas em conflitos de natureza muito pouco espiritual. Guerras, intolerância, preconceito, racismo, violência: palavras que não têm muito em comum com as propostas de comunhão, de amor à vida humana e à natureza, presentes, sem nenhuma dúvida, em todas as crenças e religiões.

Vivemos tempos difíceis. O planeta ameaçado pelo nosso mode de vida, contrastes impressionantes entre as possibilidades de conforto geradas pelo conhecimento humano e a pobreza extrema a que está submetida a maior parte das populações.

Muitos se preocupam com as superstições ou com a busca da materialidade disfarçada de espiritualidade, uma forma de culto que atende aos ditames do sistema capitalista.

O fato é que o respeito à vida humana, às nossas liberdades e aos direitos fundamentais estão tão distantes de nós quanto as respostas às imemoriais perguntas do ser humano.

Não aprendemos a viver em paz. Não aprendemos a nos respeitar. Não aprendemos a respeitar todas as outras formas de vida. Parece-nos, às vezes, que construimos um castelo de cartas: um garoto abandonado e faminto em uma rua do Brasil, pode, pela vitrine de uma loja de eletrodomésticos, assistir pela TV a uma reportagem sobre a fome e a miséria na Etiópia, transmitida por um sofisticado sistema global de comunicações.

É preciso voltar nossas crenças e nossa fé para nossas atitudes cotidianas para com os outros e para com a vida no planeta.

Cultivemos, cada um de nós, nossa fé, nossa religião, de acordo com a liberdade de consciência que temos. Mas é preciso desenvolver a consciência do planeta e a consciência do outro.

Diz uma lenda zen-budista que um homem, que buscava o caminho da espiritualidade, chegou ao sopé da montanha da verdade e quis saber qual era o caminho que o conduziria a iluminação. De cada homem santo a quem perguntava, obtinha uma resposta diferente. Depois de muito pensar, decidiu-se por um caminho e afirmou que aquele era o único caminho que o levaria ao topo da montanha. Quando chegou ao topo, o homem olhou para baixo e viu que os caminhos que levavam ao topo eram tantos quantos eram as almas que procuravam a montanha.

O Amor é o Caminho pela sua graça e ninguém é detentor de fórmulas mágicas para trilhá-lo.

Luciano Costa

18.11.09

Pérolas - Parte 1

Amigos leitores, a partir de hoje estou criando uma nova seção no blog, trata-se das "pérolas". Sem faltar com a ética profissional citando nomes a fim de não expor ninguém ao ridículo estarei postando as pérolas que escuto ou leio no dia-a-dia atuando como docente. Todos nós acumulamos muitas pérolas em toda a nossa vida e como brasileiro gosta de fazer humor com tudo e eu sou um deles...

O que é o protocolo de Madri?
Resposta: Madre Teresa de Calcutá.

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Aluno: - Professor, onde está a resposta?
Professor: - Você vai ter que pensar já que não vai achá-la explicitamente.
Aluno: - Ha não! Se tem que pensar então eu não vou fazer.

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O que significa mundo bipolar e multipolar?
Resposta: Bipolar = 1 e multipolar = 2

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Em que se transformou a URSS após o seu fim?
Resposta: Em União das Repúblicas Socialistas Soviéticas.

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Como acontecem os ventos?
Resposta: As árvores balançam e fazem o ar mexer.

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Para começar está bom, em breve mais pérolas.

Luciano

O menino e o sábio

Um dia uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe:

“Que tamanho tem o universo?”

Acariciando a cabeça da criança,

ele olhou para o infinito e respondeu:

“O universo tem o tamanho do seu mundo”.

Perturbada a criança novamente indagou:

“Que tamanho tem o meu mundo?”

O pensador respondeu:

“Tem o tamanho dos seus sonhos”.

Se os seus sonhos são pequenos, sua vida será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos diminutos, sua estrada será estreita e sua capacidade de suportar as tormentas será frágil.

Shakespeare disse que “quando se avistam nuvens, os sábios vestem seus mantos”.

Sim! A vida tem inevitáveis tempestades. Quando elas sobrevêm, os sábios preparam seus mantos invisíveis: protegem sua emoção usando sua inteligência como paredes e os seus sonhos como teto.

Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho e sua emoção não terá romance!

A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis e a ausência deles transforma milionários em mendigos.

A presença de sonhos faz de idosos, jovens. E a ausência de sonhos faz dos jovens, idosos.

Autor desconhecido.

17.11.09

A semana de arte moderna de 1922

Escrevi este texto para ser apresentado em uma prova didática, como eu perdi a prova resolvi postá-lo aqui a fim de que aqueles que se interessam pelo tema possam ler. Trata-se das implicações históricas e geográficas da Semana de 22.

Leia:


Clique aqui

Eu disse.

Nos cursos de formação superior, principalmente naqueles voltados para a formação de professores dos dias atuais buscam uma formação em que os profissionais possam adquirir uma autonomia em relação ao saber e ao pensar o seu espaço de vivência.

A reprodução de conteúdos fidedignos conforme era concebido o ensino em décadas passadas é tem dado lugar a uma forma de ensinar e aprender que contemple a libertação e a autonomia do ser em relação ao objeto de estudo.

Nos currículos de ensino fundamental e médio esta forma de ensinar também é incentivada, onde os conteúdos possam ser úteis para os discentes, bem como consigam compreender seu próprio espaço de vivência num mundo em que as coisas já não se apresentam como são mas cheios de valores simbólicos e ideológicos, o que requer uma análise e uma visão bastante criteriosa da realidade. Isto vai de encontro à pedagogia tradicional que contemplava a reprodução dos conteúdos e a decoreba.

Tudo isso que eu escrevi até aqui é muito bonito na teoria, porém, na prática as coisas não tem funcionado assim.

Ha um enorme abismo entre estas teorias e a prática pedagógica até mesmo no ensino superior.

Esta semana tive que reformular um artigo que escrevi para a conclusão de uma pós gradução, onde a corretora do mesmo em vários momentos do meu texto escreveu "Quem disse?"

Ora, EU DISSE.

Isto demonstra o quanto o ensino tradicional de reprodução de conteúdos ainda está presente na prática docente e no ensino na atualidade, os mesmos que pregam a autonomia também a matam ao buscarem a reprodução literal do que "fulano" ou "cicrano" disse.

Além disso, estão abandonando os clássicos que trazem muita sabedoria, sendo que muitos até hoje são insubstituíveis e tratam de temas recentes mesmo tendo sido escritos em décadas passadas, pediram para consultar textos mais recentes, ora, além de eu não ter autonomia para me expressar ainda não posso consultar os belíssimos textos classicos? Haja paciência.

Este rumo que a ciência tem tomado me precupa bastante já que na atualidade estão matando a criatividade, a liberdade e a autonomia e ainda formando "reprodutores de conteúdos", sem falar na superficialidade na qual os temas tem sido abordados.

A ciência e o saber pedem socorro.

Luciano Costa

16.11.09


4.11.09

A salinidade das águas

Nos primeiros tempos de sua formação, a Terra era constituída por uma massa em fusão. À medida que o planeta foi esfriando, os elementos mais densos ficaram no centro e os menos densos migraram para a superfície. Alguns gases (oxigênio, hidrogênio, metano, vapor de água) escaparam para formar a atmosfera. Quando a Terra esfriou ainda mais, formou-se uma crosta sólida e o vapor de água condensou em grande parte, dando lugar aos oceanos.

A água dos oceanos é salgada porque contém sais dissolvidos, com concentrações de cerca de 35 gramas de sais para cada quilograma de água. Isso significa que para cada litro de água do mar há 35 gramas de sais dissolvidos (a maior parte é cloreto de sódio, NaCl). Essa água não é potável, devido à alta concentração de sais, que podem desidratar uma pessoa.

A água do mar é uma solução rica em sais, com 85% de cloreto de sódio (NaCI), também conhecido como sal comum, ou sal de cozinha, que representa no mar mais de 90% do peso de todos os sais.

A salinidade da água do mar não é uniforme ao redor do globo. A água menos salina do planeta é a do Golfo da Finlândia, no Mar Báltico. O mar mais salino é o Mar Morto, localizado no Oriente Médio (Ásia ocidental), com salinidade 10 vezes superior à de qualquer outro oceano. Por causa desses sais, as águas do Mar Morto são ricas em propriedades terapêuticas, indicadas no tratamento de várias doenças de pele e problemas respiratórios.

Existem algumas hipóteses sobre as fontes de enriquecimento de sais para a água do mar, sem que a ocorrência de uma delas possa significar a ausência da outra:

- As rochas da crosta vão-se desgastando por erosão e uma parte dissolvida desse material, que origina os sais, é transportada para o oceano pelos rios. Esta é a hipótese mais conhecida e durante longo tempo se acreditou ser a única. Porém a análise comparativa entre os sais dissolvidos transportados pelos rios e a composição dos sais presentes na água do mar demonstrou que nem todo sal existente poderia ter se originado somente através desse processo.

- As erupções vulcânicas libertam substâncias (tais como dióxido de carbono, cloro e sulfato) para a atmosfera, uma parte das quais acaba transportada com a precipitação diretamente para o oceano ou indiretamente através dos rios.

- Nos processos vulcânicos existentes nos assoalhos marinhos, as lavas originárias do manto trazem diretamente ao oceano água juvenil, ou seja, água contida nas camadas interiores do planeta e que nunca esteve na forma líquida na superfície da Terra (por nunca ter estado antes na superfície terrestre leva o nome de água juvenil). Esta água contém, em solução, vários constituintes químicos, como cloretos, sulfatos, brometos, iodetos, carbono, cloro, boro, nitrogênio e muitos outros.

Além disso, devido ao calor do magma, a água fria dos fundos dos oceanos, ao passar pelas rochas do assoalho, se aquece e troca elementos químicos com o meio rochoso. Ao ascender, integra-se ao ambiente oceânico.

- Para além destas fontes naturais, há ainda sais que provêm de poluentes gasosos, líquidos ou sólidos.

A salinidade do oceano tem-se mantido estável por milhões de anos, provavelmente como conseqüência de um sistema tectônico/químico que recicla o sal.

As interações entre os constituintes químicos dissolvidos através de vários processos, envolvendo trocas entre oceanos, atmosfera, fundos marinhos, rios, rochas da superfície e magma originam um balanço geoquímico estável do meio marinho. Por isso, há um equilíbrio entre as fontes, a quantidade de sais dissolvidos e a composição da água do mar, mantendo esse equilíbrio essencialmente constante por séculos.